Bendita esperança

 reavivamento“Aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tito 2:13).

Esperança é uma das palavras mais queridas do vocabulário cristão. Ela tem alimentado a fé e fortalecido muitos cristãos através do tempo, e nos momentos mais difíceis da vida. A esperança é um chamariz para o futuro. Um desejo que acariciamos e gostaríamos que se concretizasse. Ela não deve ser confundida com otimismo, que depende em muito das circunstâncias: “Espero que apareça o emprego de que estou precisando; espero que aquele relacionamento vingue; que o marido abandone a bebida; que o tratamento dê certo; que o inimigo se torne amigo; etc.”

A esperança não depende de circunstâncias positivas. Também não é o mesmo que pensar positivamente: “Sei que um milagre está a caminho.” Nem tampouco é o mero desejo focalizado em coisas: curso, casa, dinheiro, promoção. A esperança faz parte do tecido da existência humana e está urdida e entremeada nos grandes acontecimentos da vida.

Esperança é o noivo e a noiva, no altar da igreja, dizendo “sim” um para o outro no dia do casamento. É o que leva esse mesmo casal a tentar mais uma vez, muitos anos mais tarde, depois de despedaçadas as esperanças.

Esperança é a razão por que aquele time continua treinando. É por isso que temos o exame de ingresso nas universidades. É por isso que os hospitais estão abertos, na esperança de restaurar a saúde das pessoas.

Através do tempo, o povo de Deus desenvolveu a esperança do advento. O desejo de se encontrar com o Salvador. Uma expectativa do futuro. Paulo deu uma definição especial para o evento da segunda vinda de Jesus: ele a chamou de “bendita esperança”. Para ele, essa esperança não era mero desejo ou coisa incerta. Não era algo que, caso mantenhamos a esperança, talvez chegue a se cumprir. Não cabe aqui nenhum sentimento de ansiedade, nem de meia verdade, que admita que talvez Cristo não volte. A esperança de Paulo era segura. Era uma expectativa confiante na vinda de Cristo.

Quantas mães cansadas de lutar para manter os filhos se levantam cedo, trabalham o dia todo, deitam tarde e aguardam o dia em que essa luta vai terminar! Quantos enfermos crônicos necessitam diariamente de cuidados médicos e gostariam que logo essa fase passasse!

“Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada. […] Pois em breve, muito em breve ‘Aquele que vem virá, e não demorará’” (Hb 10:35, 37).

 

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A maior motivação

2057fa3e54995a7Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens. Colossenses 3:23

Aristóteles afirmou: “Qualidade não é um ato, mas um hábito.” Trata-se do hábito de sempre melhorar a qualidade daquilo que estamos fazendo. Essa era a filosofia do italiano Antonio Stradivari (c. 1644-1737), o grande fabricante de violinos, cujos instrumentos continuam a ser renomados por sua qualidade tonal excepcional. Por exemplo, em 16 de maio de 2006, um violino Stradivari de 1707 foi vendido em um leilão na cidade de Nova York por 3,5 milhões de dólares. Outro violino Stradivari em exibição no Museu Ashmolean, na Inglaterra, vale o equivalente a 15 milhões de dólares. Por que os instrumentos Stradivari ou Stradivarius (em latim) autênticos são tão valiosos?

Os especialistas explicam que a qualidade desses instrumentos depende da habilidade de escolher a madeira certa, as ferramentas apropriadas, o melhor formato para o violino e um bom verniz. Acerca da madeira, o fabricante de violinos Tibor Szemmelveisz, da Hungria, explicou: “Pode haver uma diferença imensa de qualidade até mesmo em pedaços da mesma árvore, dependendo se vêm do lado da árvore voltado para o sul ou para o norte, ou da parte superior ou inferior de uma colina.”

Muitas pessoas gostariam de receber as honras que Stradivari obteve por suas realizações, mas não estão dispostas a pagar o preço de seu compromisso. A fim de dar uma contribuição valiosa em vida, precisamos superar a tendência natural à preguiça e mediocridade, para então nos aperfeiçoar continuamente.

Ronnie Oldham declarou muito bem: “A excelência é resultado de cuidar mais do que os outros pensam ser sábio, arriscar mais do que os outros pensam ser seguro, sonhar mais do que os outros consideram prático e esperar mais do que os outros creem ser possível. É o compromisso com o desempenho de alta qualidade que produz resultados extraordinários de valor duradouro. Excelência significa crer no aperfeiçoamento contínuo e nunca se satisfazer com menos do que algo pode ser. É a qualidade como estilo de vida.”

Existem pessoas mais automotivadas que as outras. A despeito de qual seja nossa condição, temos uma motivação muito superior para o aperfeiçoamento contínuo: glorificar a Deus. Nas palavras de Paulo: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Cl 3:23). Tudo que Deus faz é realizado com perfeição. E nós, seus embaixadores, devemos fazer sempre nosso melhor também.

 

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Reflita:Eu os ouvirei!

027k“Providenciarei para suas necessidades antes que eles peçam” (Isaías 65:24, New Century Version).

Em continuação à história de ontem, leia o que a médica missionária conta: Como é comum quando lidamos com crianças, achei que eu estava em apuros. Poderia eu, honestamente, dizer “Amém” em resposta à oração da menina? Eu simplesmente não conseguia acreditar que Deus poderia atendê-la. O único jeito de obtermos a bolsa de água quente seria por encomenda à minha terra natal, via correio.

Eu estava na África havia quatro anos. Jamais tinha recebido uma encomenda postal de minha família. E se alguém enviasse um presente, poria ali uma bolsa de água quente? Afinal, eu morava na linha do Equador.

No meio da tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa. Quando cheguei, o carro já havia partido e deixado um pacote de 11 quilos na varanda.

Não consegui abrir a caixa sozinha. Pedi que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Trinta a quarenta olhos arregalados acompanhavam atentos cada movimento. Na camada de cima havia roupas de cores vivas e brilhantes. Os olhinhos das crianças brilhavam à medida que as distribuía. Na camada seguinte havia ataduras para os pacientes leprosos, caixinhas de uvas passas, pacotes de farinha que se transformariam em deliciosos bolos no fim de semana.

Quando coloquei as mãos de novo na caixa, pasmem… “Uma bolsa de água quente, novinha em folha!” gritei.

Eu não havia feito nenhum pedido. Rute, aquela menina que havia orado na reunião de oração, saltou do banco da frente e gritou: “Se Deus mandou a bolsa de água quente, mandou também a boneca!” Enfiando as mãos na caixa, começou a procurar a boneca. E lá estava ela, maravilhosamente vestida!

Rute não duvidara nem por um instante. Olhando para mim, perguntou: “Posso ir junto levar a boneca para a irmãzinha do bebê, para que ela saiba o quanto Jesus a ama?”

Esse pacote estivera a caminho por cinco meses. Foi iniciativa de minha ex-professora de escola bíblica, cuja líder atendeu a voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. E uma das alunas dela decidiu, cinco meses antes, enviar junto uma boneca, em resposta a uma oração de outra menina de 10 anos de idade que acreditou fielmente que Deus atenderia à sua oração, ainda naquela tarde.

Não podemos duvidar de que Deus atende nossas orações, muitas vezes antes mesmo de pedirmos!

 

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Dia das mães

1647288k“Leve este menino e o crie para mim, que eu pagarei pelo seu trabalho. A mulher levou o menino e o criou.” Êxodo 2:9, NTLH

Mães cuidadosas são a encarnação do amor de Deus em meio à humanidade. Abraham Lincoln confessou: “Tudo que sou ou que um dia almejo ser, devo ao anjo que é minha mãe.” No domingo, 10 de maio de 1908, Anna Jarvis realizou uma cerimônia memorial em homenagem à sua mãe, Ann, que havia morrido em 9 de maio de 1905, lembrando-se também de todas as outras mães. Essa celebração é considerada a primeira observância oficial do Dia das Mães nos Estados Unidos.

Em 9 de maio de 1914, o presidente norte-americano Woodrow Wilson determinou que o Dia das Mães nacional deveria ser celebrado todo segundo domingo de maio. Nesse dia, a bandeira dos Estados Unidos deve ser exibida em todos os prédios públicos, casas particulares e outros locais adequados, “como expressão pública de amor e reverência pelas mães” norte-americanas.

Uma mãe modelo dos tempos bíblicos foi Joquebede (Nm 26:59). Por cerca de 12 anos, ela educou seu filho Moisés para Deus. “Esforçou-se por embeber seu espírito com o temor de Deus e com o amor à verdade e justiça, e fervorosamente orava para que ele pudesse preservar-se de toda a influência corruptora. Mostrou-lhe a loucura e o pecado da idolatria, e cedo o ensinou a curvar-se e a orar ao Deus vivo, que unicamente poderia ouvi-lo e auxiliá-lo em toda a emergência. Ela conservou consigo o rapaz tanto quanto pôde; foi, porém, obrigada a entregá-lo quando ele estava com aproximadamente doze anos. Foi levado de sua humilde choupana ao palácio real, para a filha de Faraó, e se tornou seu filho. Contudo, mesmo ali, ele não perdeu as impressões recebidas na infância” (Patriarcas e Profetas, p. 243, 244). Da mesma maneira, devemos preparar nossos filhos para enfrentar os desafios de nosso mundo contemporâneo.

Neste domingo, 13 de maio de 2018, vários países comemoram o Dia das Mães. Por isso, gostaria de louvar a Deus pelas três mães maravilhosas que Ele me concedeu: minha mãe, Frieda, que me deu a vida e cuidou de mim durante meus primeiros anos; minha sogra, Cenira, que se tornou minha segunda mãe; e minha esposa, Marly, mãe de nossos três filhos. Como eu as amo! Você também pode prestar tributo especial às mães do seu coração.

Que o Senhor abençoe todas as mães que acabaram de ler esta mensagem devocional. Gostaria de lhes desejar muita saúde e alegria, bem como a bênção de ter sua família unida em Cristo. Feliz Dia das Mães!

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“Jamais rejeitarei!”

1989488k“Quem vier a Mim Eu jamais rejeitarei” (João 6:37).

Aceitação é ser recebido incondicionalmente. Não precisamos cumprir requisitos, receber uma senha, nem chegar no horário. Queremos ser aceitos como somos, ter a certeza de que não existe relutância da parte de Deus para nos aceitar do jeito que somos e como estamos – soltos, livres, com nossas peculiaridades.

Aceitação é uma palavra importante dentro do domínio da graça. Jesus nunca fez um teste com Seus discípulos para decidir se os aceitaria. Não foram aceitos primeiro como aspirantes e depois comprovados como discípulos. Não houve um período de prova no qual estariam sob observação para definir sua admissão no grupo. Jesus também não os deixou em quarentena. Não houve nenhum processo de triagem com Pedro ou Tomé, nem mesmo com Judas, só para ter segurança de que os melhores seriam escolhidos.

Desde o início do Seu ministério, quando chamou os dois primeiros discípulos, até o Calvário, crucificado entre ladrões, Jesus gastou Sua vida revelando a graça de Deus para aqueles que O rodeavam. Demonstrou que a graça é inclusiva. Aceitou ir à casa de Mateus, que tinha convidado um bando de cobradores de impostos e outros “pecadores”. Aceitou a mulher samaritana, a quem escolheu para ser a primeira pessoa a revelar Sua missão. Visitou Zaqueu na casa dele. Tocou leprosos e atraiu crianças a Si.

Por que multidões acorriam a Ele? Ele as aceitava independentemente de sexo, raça ou profissão, ao contrário dos fariseus e mestres que estavam sempre corrigindo os outros, criticando ou encontrando faltas. Com Jesus, as pessoas podiam se dar ao luxo de ser elas mesmas.

Em nosso dia a dia, a aceitação no trabalho depende de desempenho, na escola, de nossas notas; para jogar no time, dos gols ou pontos que marcamos. Às vezes, queremos transferir para o domínio da graça os mesmos critérios. Queremos ter parte no processo de aceitação. Mas a graça nos aceita, a despeito de nossa inaptidão e incapacidade.

(…) “Devemos ir com todas as nossas fraquezas, leviandades e pecaminosidade, e, arrependidos, lançar-nos a Seus pés. Ele Se alegra ao envolver-nos em Seus braços de amor, curar nossas feridas e purificar-nos de toda impureza” (Caminho a Cristo, p. 52).

Plenitude e riqueza da graça de Deus! Todos são incluídos. Ninguém vai ficar de fora. Seu abraço inclui todos nós.

 

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Deus sabe teu nome

 2827669k“Ele chama as Suas ovelhas pelo nome” (João 10:3).

O ouvido humano está finamente sintonizado para captar especialmente dois sons: o som de uma moeda caindo no chão e nosso próprio nome. Você pode estar numa sala cheia de gente, com aquele vozerio e burburinho, mas se seu nome for falado, você vai identificar facilmente. Não existe nada tão pessoal como nosso nome. Se escuto meu nome, paro e procuro descobrir de onde veio a voz.

Você já esteve às seis da tarde em alguma estação do metrô de São Paulo? Ou na Rua 25 de Março, no mês de dezembro? Já assistiu a reportagens mostrando a saída da multidão de um grande estádio? Vemos apenas o povo, a multidão, um grupo de humanos. Mas, para Jesus, cada rosto é diferente. Cada rosto tem sua história. Cada um é Seu filho. Cada um tem nome. Ele não chama: “Pessoal, sigam-Me!” Ele nos chama individualmente.

Pense agora por um momento: seu nome é pronunciado pelos lábios de Deus! E não somente isso, mas também tem seu nome escrito nas mãos dEle! “Veja, Eu gravei você nas palmas das Minhas mãos” (Is 49:16). Isaías se lembrava de que muitos marinheiros tinham o nome daquelas pessoas a quem amavam em diversas partes do corpo. Nosso nome está gravado nas mãos de Deus. O acesso é mais fácil e rápido do que qualquer clique de computador. Apenas um movimento na mão e ali está o seu nome, o meu nome.

Jesus, como bom Pastor, conhece pelo nome cada ovelha do Seu rebanho. O jornalista Tim Laniek perguntou a um pastor de ovelhas se ele realmente conhecia as ovelhas. O pastor respondeu: “Eu sei o ano em que nasceram, as circunstâncias do nascimento, se fraturaram alguma pata, a que doenças são mais suscetíveis, que animal mais temem; conheço o temperamento de cada uma; se costumam se desgarrar do rebanho, etc.”

Não podemos imaginar Jesus, como nosso bom Pastor, nos conhecer menos do que isso. Ele também conhece as circunstâncias do seu nascimento, como seus pais o trataram, e como está seu coração agora.

“Jesus nos conhece individualmente, e comove-Se ante nossas fraquezas. Conhece-nos a todos por nome. Sabe até a casa em que moramos, o nome de cada um dos moradores. Tem por vezes dado instruções a Seus servos para irem a determinada rua, em certa cidade, a uma casa designada, a fim de encontrar uma de Suas ovelhas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 479).

Como é bom ter a certeza de que Jesus sabe nosso nome!

 

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Paz que excede o entendimento

317479Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27, ARA

Por longo tempo, um dos meus dentes do siso teve uma cárie que o dentista obturava e restaurava. Após quase quatro anos durante os quais papariquei esse molar importuno, parte dele se quebrou. Eu ainda não estava convencida de que a parte restante teria que ser extraída. Acreditava firmemente que haveria uma alternativa à extração. Orei muito para que Deus revelasse essa alternativa. Na época em que eu estava no último trimestre da gestação do nosso segundo bebê, nada acalmava a dor de dente. Resolvi dar um jeito nele depois que o bebê chegasse.

Depois que o bebê nasceu, eu ainda vacilava na decisão de remover o dente. Na verdade, implorei a uma dentista para que o restaurasse, embora sabendo que essa não era a solução. Ela fez isso. A obturação chegou perto de um nervo, o que causou uma dor mais intensa. Corri de volta, suplicando que a dentista extraísse o dente. Para meu espanto, ela disse que não estava autorizada a removê-lo. Consultei vários dentistas, só para saber que eu tinha um tipo especial de dente do siso, que exigia uma extração cirúrgica. Esse procedimento envolveria cortar o maxilar para atingir as raízes que cresciam de lado.

O odontólogo especialista explicou os possíveis efeitos colaterais. Eu poderia ter insensibilidade por seis meses. A injeção para aliviar a dor poderia interferir na amamentação. Com medo, comecei a chorar, insistindo: “Acho que não estou preparada.” O profissional concordou. Fui para casa com meu dente do siso infeccionado, mas com uma extração agendada para o futuro.

Novamente orei pedindo um milagre. Dessa vez, implorei a Deus para que me desse paz e a Sua presença, se eu tivesse mesmo que passar pela cirurgia.

No dia da cirurgia, meus familiares e amigos oravam por mim. Eu sabia que Deus responderia a todas aquelas orações.

A cirurgia foi difícil, mas eu sentia muita paz, sabendo que o Senhor estava comigo. E, sim, o procedimento cirúrgico foi um sucesso.

Você precisa de paz diante de uma situação aflitiva em sua vida? Vá Àquele que concede paz e Lhe peça. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7, ARA).

Lynn Mfuru Lukwaro

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ORAÇÃO DIANTE DAS PROVAS FAMILIARES

24_10_2013_-_1PROPÓSITO DA MENSAGEM

Mostrar (…) que nós somos semelhantes ao ouro que sai das entranhas da terra mesclado com impurezas. Então; Deus, para eliminar as impurezas, permite que passemos pelo fogo da prova para refinar-nos. Só através da oração fervorosa é possível aparecer o ouro fino e puro da fé.

TEXTO PRINCIPAL

“Mas Deus conhece cada um dos meus passos; se ele me puser à prova, verá que sairei puro como o ouro.” Jó 23:10

INTRODUÇÃO

Y Um terrível acidente tirou a vida do pai de Lina. Ela se rebelou, e não podia entender por que aconteceu isso. “Por quê? Por quê?”, repetia.

Y Depois da explosão de um carro-bomba, os jornalistas fotografaram uma mãe morta que jazia no chão, enquanto seu bebê brincava com os cabelos de sua mãe. Por quê Deus permite isto?

Y Um pai abandona seu lar. Sua esposa está gravemente enferma, e seus pequenos filhos não têm nada para comer. Porque os inocentes sofrem?

Y “O câncer arrebatou minha mãe quando eu tinha 10 anos”, me dizia um jovem. Por quê Deus permite o sofrimento. Por quê tantas provas?

 

I QUE PROPÓSITOS TEM DEUS AO PERMITIR QUE TENHAMOS PROVAS?

  1. AS PROVAS VÊM, PARA PROVAR-NOS E TAMBÉM PARA ABENÇOAR A OUTROS, QUANDO ORAMOS

Um novo converso me disse: “Foi minha sogra que me guiou para entregar meu coração a Jesus. Por mais de três anos a vi sofrer uma dor intensa, mas, nenhuma vez murmurou. Eu quero a religião dela.”

  1. QUANDO ORAMOS, AS PROVAS SEVERAS

PURIFICAM NOSSOS CORAÇÕES DA ESCÓRIA E DO

ORGULHO

“…tornou Jesus perfeito por meio do sofrimento.” Hebreus 2:9-10

Nosso Pai Celestial sabe quando necessitamos da mesma experiência pela qual passou Isaías. “Eu os fiz sofrer, mas foi para purificá-los, como a prata é purificada na fornalha.” Isaías 48:10

disse: “Mas Deus conhece cada um dos meus passos; se ele me puser à prova, verá que sairei puro como o ouro.” Jó 23:10

  1. QUANDO ORAMOS, AS PROVAS TENDEM A ENSINAR-NOS OBEDIÊNCIA

O salmista disse: “Antes de me castigares, eu andava errado, mas agora obedeço à tua palavra. … Foi bom que eu tivesse sido castigado, pois assim aprendi os teus mandamentos.” Salmos 119:67,71

  1. DEUS ÀS VEZES PERMITE A MORTE, PARA SALVAR UMA PESSOA QUANDO ORAMOS

Antes de morrer de leucemia, uma menina de 12 anos, filha única, suplicava a seus pais para que não se separassem. Fazia pedidos desesperados para que eles voltassem para Jesus. Sua última oração foi: “Querido Jesus, quando Tu voltares, dá-me o privilégio de reunir-me com meus pais para receber-Te nas nuvens, e que eles também recebam a coroa da justiça.”. Passaram 20 anos de sua morte, e seus pais não se separaram, voltaram para Jesus e agora vivem consolados com esta esperança.

 

  1. NOSSAS PROVAS E SOFRIMENTOS DE HOJE AUMENTAM NOSSA CAPACIDADE DE GOZAR A PAZ NO CÉU

Paulo escreveu: “Eu penso que o que sofremos durante a nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum, com a glória que nos será revelada no futuro.” Romanos 8:18

II COMO PODEREMOS AGIR DIANTE DAS PROVAS DIÁRIAS DA VIDA?

  1. DEVEMOS CONHECER A MANEIRA QUE DEUS NOS AJUDA
  2. Deus ordena o que considera melhor, diante das nossas provas

“Deus designou que, acima de todas as ordens inferiores de seres, o homem, a coroa de Sua criação, exprimisse Seus pensamentos, e Lhe revelasse a glória. Mas o homem não se deve exaltar como Deus.”

A Ciência do Bom Viver, Pág. 415

  1. Deus mede cada aflição que temos

“Permite que enfrentemos obstáculos, perseguições e vicissitudes, não como uma maldição, mas como a maior bênção de nossa vida.” (O Maior Discurso de Cristo, Pág. 117) Mede cada provação, vigia o fogo da fornalha que há de provar cada alma. (Idem, Pág. 121)

  1. Todas as provas ou aflições nos ajudam

“Quem está imbuído do Espírito de Cristo habita em Cristo. Tudo o que lhe sucede vem do Salvador que o rodeia com Sua presença. Nada pode atingi-lo sem a permissão do Senhor. Todos os sofrimentos e desgostos, todas as tentações e provas, todas as nossas tristezas e pesares, todas as perseguições e privações, em suma, todas as coisas cooperam para nosso bem.” A Ciência do Bom Viver, Pág. 489 – Romanos 8:28

 

  1. DEVEMOS SABER QUE AS RESPOSTAS DE DEUS ÀS VEZES DEMORAM
  2. As demoras de Deus provam nossa fé e sinceridade.
  3. As demoras dão oportunidade para nos examinar.
  4. Devemos saber que Deus nunca se esquece. Isaías 49:15
  5. As demoras de Deus são para nosso bem.
  6. Se não vemos uma resposta imediata para nossas orações, devemos perseverar com a mesma confiança. Salmos 40:1
  7. A REPOSTA ÀS ORAÇÕES EM BUSCA DE CURA SÓ

DEPENDE DE DEUS Tiago 5:13

  1. Cristo, como o grande médico, pede nossa cooperação
  2. a) Os que buscam a saúde por meio da oração não devem deixar os remédios que estão ao seu alcance.
  3. b) Obedecendo às leis de saúde em sua vida.
  4. Não devemos exigir a cura, mas submeter-nos à vontade de Deus. Oremos como Cristo: “Faça-se a Tua vontade”

“Desistimos, pois, de traçar a Deus a norma de proceder nesses casos e não procuramos mais incliná-Lo à condescendência com nossos desejos. Se a vida do doente pode glorificá-Lo, suplicamos-Lhe que conceda viver, porém não como nós queremos e sim como Ele quiser.” Conselhos Sobre Saúde, Pág. 379

 

CONCLUSÃO

  1. Quando colocamos nossas mãos e nosso coração nas mãos de Deus, crendo e confiando nEle, ainda que tenhamos provas, teremos paz.
  2. Quando somos refinados como o ouro no fogo, estamos prontos para sermos usados no serviço de Deus.
  3. As provas e aflições, não são maldição de Deus, e sim o meio através do qual Ele quer ensinar-me algo especial para minha vida espiritual.

COMO MELHORAR SUA VIDA DE ORAÇÃO

  1. Analise as provas que está passando hoje, à luz desses conselhos.
  2. Faça uma lista resumida das maneiras específicas nas quais se propõe colaborar com Deus, para que Ele responda suas orações.
  3. Faça sua firme decisão de perseverar em oração, embora você esteja passando grandes provas. Deus atuará no tempo dEle. Apenas confie no Senhor.

ORAÇÃO SUGESTIVA

Querido Pai:

Eu sei que Tu deixarás que as provas pelas quais passo, sejam tão fortes que eu não possa suportar. Juntamente com elas me darás uma saída.

Querido Senhor, por favor, ajuda-nos a confiar de todo coração, não importa o que nos ocorra, e ensina-nos a nos assegurar de Tuas promessas preciosas. Louvado seja Teu nome, porque tu escutas e respondes todas nossas orações, e porque Tu és um Deus que fazes maravilhas. Em nome de Jesus. Amém.

 

Fonte AP

Arqueólogos descobrem evidências do reino de Davi

DaviTodo mundo que tem um pouco de familiaridade com a Bíblia já deve ter escutado falar da famosa disputa entre Davi e Golias. Um jovem pastor de Belém que derrotou o gigante filisteu para conquistar a confiança do rei hebreu Saul, tornando-se imperador entre os séculos 11 e 10 a.C., unindo o povo de Israel. Nas últimas décadas, porém, cada vez mais pesquisadores começaram a questionar a real existência do reino de Davi. Afinal, não havia evidências de construções reais no local onde o reino deveria ter sido erguido. Assim, concluíram que os governadores locais, naquele tempo, controlavam apenas a região de Jerusalém e as redondezas. Nada parecido com um grande e unido reino. O mais parecido com isso era a “Residência do Governador”, uma construção destruída no século 8 na invasão Assíria. As ruínas, porém, resguardam características da arquitetura típica dos povos de Israel, sem influência dos Filisteus, por exemplo, o que indica que só foi construída muitos séculos depois do reino de Davi.

Um estudo recém-publicado pelos arqueólogos Avraham Faust e Yair Sapir, no jornal Radiocabon, dá sobrevida à ideia da existência do reino. “Surpreendentemente, as datas de radiocarbono da fundação que foi colocada abaixo do piso indicam que o edifício já havia sido erguido no século 10 a.C., entre o fim do século 11 e o terceiro quarto do século 10 a.C.”, afirma Faust.

Segundo os pesquisadores, o engano foi causado pelo que conhecemos como “efeito casa velha”, no qual uma construção antiga existe por muitos séculos, porém guarda registros somente de sua última fase. “As fases anteriores são dificilmente representadas nas pesquisas, pouco estudadas e raramente publicadas”, diz o estudo.

Apesar do achado, ainda é pouco para garantir a existência real de um reino de Davi, mas serve como alerta para os arqueólogos de todo o mundo. “Nós sugerimos que o efeito casa velha influencia interpretações arqueológicas em todo o mundo, e é também responsável pelas recentes tentativas de rebaixar a complexidade social na Judá”, conclui a publicação.

(Galileu)

 

Devoção e lealdade

 BBmizVF“Então aqueles três [chefes do batalhão dos trinta] atravessaram o acampamento filisteu, tiraram água da cisterna e a trouxeram a Davi” (II Samuel 23:16).

Toda vez que leio a narrativa bíblica para essa fase da história de Israel, fico fascinado com a garra e a coragem dos soldados de Davi. Eram guerreiros que vieram dos quatro cantos de Israel. Não eram aprendizes entusiastas, mas soldados experimentados. Dentre os 37 mencionados no capítulo 23 do segundo livro de Samuel, três se sobressaíam. Eram os mais corajosos dentre os corajosos e os mais fortes dentre os fortes. Eles portavam no uniforme medalhas e condecorações conquistadas no campo de batalha. Conheciam a dureza da batalha não por simulação, mas em campo aberto.

O primeiro mencionado é Jabesão, que enfrentou com sua lança 800 homens numa mesma batalha e os venceu. O segundo do trio era Eleazar, que ao lutar desde a manhã até a tarde, agarrou a espada com tanta firmeza que no fim do dia não conseguia abrir a mão. E o terceiro era Samá. Os filisteus queriam a plantação de lentilhas que abastecia o exército de Israel. Samá resistiu sozinho e Israel venceu a batalha.

Porém, no meio das façanhas desses guerreiros há um relato interessante. Os três foram se encontrar com Davi na caverna de Adulão. E num instante de saudade ou nostalgia, Davi pensou alto: “Ah, se eu pudesse beber daquela água do poço de Belém.” Quem já acampou em regiões de calor, depois de beber vários dias água praticamente morna, nos momentos de calor intenso, sente o desejo de se refrescar com água bem fria. E os três, que estavam por perto, disseram: “Você ouviu o que o chefe falou? Ele quer aquela água geladinha que tem próximo ao portão de Belém. Vamos lá!”

Havia dois lugares estratégicos em qualquer cidade: o portão e o poço. Apesar de o local estar cercado pelos filisteus, os guerreiros foram, encheram um “cantil” gigante e fizeram uma surpresa para seu líder. Eles entregaram para Davi o “cantil” como se igualassem o feito às grandes conquistas anteriores. Porém, a reação de Davi espantou os guerreiros.

Ao perceber que eles haviam demonstrado devoção arriscando a vida, Davi considerou aquela água sagrada demais para beber e satisfazer sua sede. Para ele, era como se bebesse o próprio sangue daqueles homens, por isso derramou-a como oferenda ao Senhor.

Há um imenso exército de homens e mulheres dedicados e leais que se sacrificam e querem ver o reino de Deus estabelecido. Você deseja ser um deles?

 

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